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Livro Blades Skyrim: Segredos e Queda da Ordem!

Livro "A Ascensão e a Queda dos Blades" encontrado em The Elder Scrolls V: Skyrim, com peso 1 e valor 11, exibido no inventário do jogo.

© Direitos Autorais © The Elder Scrolls V: Skyrim e todos os elementos visuais, personagens, nomes e conteúdos relacionados são propriedade exclusiva da Bethesda Game Studios e Bethesda Softworks, subsidiárias da Microsoft Corporation. Esta imagem é utilizada exclusivamente para fins informativos, educacionais e de análise de lore, sem qualquer intenção comercial. Todos os direitos reservados. Blades Skyrim

A Ascensão e a Queda dos Blades

Por

Autor Anônimo


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Ainda há muitos que lembram dos Blades. Há menos ainda que podem passar para as gerações seguintes suas histórias, suas origens e suas quedas… Meu pai poderia. Em seus melhores momentos ele me disse: “Você guarda segredos como os Blades.”

Os Blades eram bons em guardar segredos. Eles não escreviam muito. Eles passaram informação cuidadosamente entre seus espiões em cada província, para seus membros de elite, que protegeram os Imperadores. Mesmo entre seus membros, eles eram muito sigilosos.

A maioria associa Os Blades às suas cerimônias, armaduras e espadas Akaviri longas e curvas. Alguém pode tracejar o caminho dos Blades desde os mais ferozes guerreiros de Akavir, a Dragonguard. Estava lá, exatamente como eles fariam em Tamriel, que eles protegeram governantes e seus reinos. Mas descobertas recentes mostram que foi muito mais do que isso.

Muitos textos clássicos nos contam das aventuras de Akavir, conhecida como as terras ocidentais do dragão. Muitos de Tamriel tentaram conquistá-las; os mais famosos que tentaram foram o Imperador Uriel V e sua Décima Legião em 2E88, como documentado na expedição Imperial “Desastre em Ionith”. Há muito tempo, dragões são lendas em Akavir, e muitos acreditam que os dragões que aparecem brevemente na história de Tamriel são aqueles que escaparam de Akavir, por isso foi lá que eles foram caçados e mortos pela Dragonguard do Dragão. A Dragonguard seguiria aqueles que voaram para Tamriel no fim da Primeira Era.

Invadindo pelo Norte, a Dragonguard encontrou não somente dragões, mas homens de Skyrim, que não encararam invasões com jarros de hidromel. A Dragonguard cortou caminho através de Skyrim, e não foi antes de serem interrompidos por Reman Cyrodiil em uma batalha em Pale Pass que a invasão teve seu fim. Foi Reman que uniu as terras humanas de Cyrodiil e derrotou os invasores de Akaviri.

Reman é um dos primeiros documentados, e largamente aceitos, dos míticos Dragonborns; aqueles ungidos pelos próprios Akatosh e Alessia. “Nascido com a alma de um dragão” é o que seus seguidores diriam. Relatos diferem muito sobre a natureza da batalha em Pale Pass. No entanto, o resultado final é o mesmo, que o que sobrou da Dragonguard, ao ouvirem a voz de Reman Cyrodiil, ajoelharam-se e juraram suas vidas a ele, seu conquistador e salvador. Fragmentos de textos do fim da [Primeira] Era referem-se aos guerreiros caindo de joelhos e dizendo “nós não estávamos caçando” (ou “não foi nossa intenção”, na tradução grosseira do autor), continuando “nós estávamos procurando por você”.

Eles protegeram Reman com suas vidas, assim como seus descendentes, enquanto a Dinastia Reman introduzia-se na 2ª era de Tamriel. Foi ao longo desses anos que seus âmbitos aumentaram, e sua ordem cresceu para se tornar os Blades. Sua conquista dos dragões completa, eles apenas procuraram proteger o Dragonborn, e, através dele, o Império.


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Eles alcançaram seu ápice durante a 3ª era, sob o domínio das [dinastias de] imperadores Septim. A despeito de seus números, eles mantiveram seu sigilo. Os mais visíveis e melhor documentados foram os membros que pessoalmente protegeram o Imperador, que continuaram vestindo a armadura Akaviri original. Mas aquela era apenas a ponta da lança, pois os Blades eram uma gigante organização, espreitando em cada esquina de Tamriel. Haviam agentes de todos os tipos. Eles eram mercadores, ladrões, artesãos, magos, e guerreiros, todos agindo como espiões, protegendo o Império como o necessário, e operando em segredo. Eles com frequência agiam sozinhos, mas alguns fragmentos nos falam deles se encontrando em fortalezas secretas pelo continente. A mais famosa é o Templo de Governante das Nuvens de Cyrodiil, onde pendiam as espadas daqueles que morriam protegendo o Dragonborn. Outros mapas falam do Wind Scour Temple, debaixo do vastidão do deserto de Hammerfell’s Alik’r, do Templo do Refúgio Celestial nas montanhas de Skyrim, e do Storm Talon Temple a leste de Wayrest.

Eles foram conhecidos por terem um “Grande Mestre”, alguém que com frequência viveu entre o povo, desconhecido aos outros. A natureza de suas comunicações, pontos de encontro e missões eram conhecidos por apenas poucos membros de elite. Os únicos dois indivíduos que sabiam de todos esses eram o próprio Grande Mestre e o Cronista, cujo único trabalho era certificar que a missão do grupo nunca fosse descoberta, mas também nunca perdida.

Com a morte de Uriel Septim VII e seu filho, Martin, a 3ª era chegou a um desfecho com os Blades fortificando-se nas profundezas do Templo de Governante das Nuvens de Cyrodiil, enquanto esperavam pelo retorno de um Dragonborn, quando seriam chamados novamente.

O Império da 4ª Era não viu mais os Blades protegendo-o abertamente, ou aos Imperadores. Esse furo é agora preenchido pela Penitus Oculatus, uma organização essencialmente Imperial. Mas os Blades continuaram com seu serviço secreto, de procurar pelo Dragonborn e de defender contra futuros inimigos. Os Blades estavam entre os primeiros a verem os sinais de que os Thalmor do Domínio Aldmeri não se manteriam isolados em suas fronteiras para sempre. Eles poderiam fazer o que a Penitus Oculatus, seguindo a política Imperial, não podia, e assim ganharam ódio eterno por parte dos Thalmor.

Os alertas dos Blades se provaram corretos, como todos bem sabem. A Grande Guerra entre o Império e os Thalmor consumiu o Império e por pouco não o destruiu. O Imperador Titus Mede II eventualmente negociou a paz com os Thalmor, mas a um preço que muitos de nós ainda suportam.

O poder e a natureza destrutiva dos Thalmor é conhecida de muitos (nota do autor – na minha família, em primeira mão). Eles não são tolos. Eles sabiam desde cedo que os Blades eram um inimigo. Então eles os caçaram durante a Grande Guerra. Alguns foram mortos defendendo seus Templos, outros enquanto dormiam em seus esconderijos, sozinhos. Alguns lutaram, alguns correram, alguns se refugiaram. Mas os Thalmor encontraram a todos.

Há aqueles que dizem que os Blades ainda existem ao nosso redor, se escondendo dos Thalmor. Esperando, como eles fizeram tempo após tempo, pelo retorno de um Dragonborn. Por alguém a quem proteger, por alguém que os guie.


Resumo do Livro: Origens, Segredos e Queda da Ordem

Ainda há muitos que lembram dos Blades Skyrim. Há menos ainda que podem passar para as gerações seguintes suas histórias, suas origens e suas quedas… Meu pai poderia. Em seus melhores momentos ele me disse: “Você guarda segredos como os Blades Skyrim.”


Uma Ordem Construída Sobre o Silêncio

Os Blades Skyrim eram, antes de qualquer coisa, guardiões de segredos. Não escreviam muito. Transmitiam informações com precisão cirúrgica entre seus espiões espalhados por cada província de Tamriel, chegando até os membros de elite responsáveis por proteger os Imperadores. Mesmo dentro da própria ordem, o sigilo era uma lei não escrita.

A maioria das pessoas os reconhece pelas cerimônias, armaduras e pelas icônicas espadas Akaviri — longas e curvas. Mas a verdadeira história dos Blades começa muito antes, nas terras distantes de Akavir, com os guerreiros conhecidos como a Dragonguard.


Das Terras do Dragão a Tamriel: A Origem da Dragonguard

Akavir é descrita em muitos textos clássicos como “as terras ocidentais do dragão”. Várias expedições de Tamriel tentaram conquistá-la — a mais famosa foi a do Imperador Uriel V e sua Décima Legião em 2E88, eternizada no relato “Desastre em Ionith”.

Nessas terras, os dragões tornaram-se lendas. Acredita-se que os dragões que surgem brevemente na história de Tamriel são exatamente aqueles que fugiram de Akavir, onde eram caçados e abatidos pela Dragonguard. Foi seguindo essa trilha de dragões fugitivos que a Dragonguard atravessou o oceano e chegou a Tamriel no fim da Primeira Era.


A Batalha de Pale Pass e o Juramento ao Dragonborn

A invasão pelo norte não foi simples. A Dragonguard não encontrou apenas dragões — encontrou os homens de Skyrim, que não receberam invasores com hospitalidade. Os guerreiros de Akavir abriram caminho pela força, até que foram detidos por Reman Cyrodiil na histórica Batalha de Pale Pass.

Reman é um dos primeiros Dragonborns amplamente aceitos pela história — ungido por Akatosh e Alessia, e descrito por seus seguidores como “nascido com a alma de um dragão”. Os relatos sobre a batalha divergem nos detalhes, mas concordam no resultado: ao ouvirem a voz de Reman, os sobreviventes da Dragonguard ajoelharam-se e juraram suas vidas a ele.

Fragmentos de textos da época registram as palavras dos guerreiros ao se renderem:

“Nós não estávamos caçando… nós estávamos procurando por você.”


O Nascimento dos Blades Skyrim e a Proteção ao Império

A partir desse juramento, a Dragonguard passou a proteger Reman e seus descendentes ao longo da Segunda Era, sob a Dinastia Reman. Com o tempo, seus propósitos se expandiram e sua ordem cresceu, transformando-se oficialmente nos Blades Skyrim. A caçada aos dragões havia terminado — agora, sua missão era proteger o Dragonborn e, através dele, o Império.


O Ápice da Ordem: A Terceira Era e a Rede de Espiões

O momento de maior poder dos Blades chegou durante a Terceira Era, sob o reinado das Dinastias Septim. Mesmo com uma organização vasta, mantiveram o sigilo como princípio fundamental.

A guarda pessoal do Imperador — visível, vestindo a armadura Akaviri original — era apenas a face pública da ordem. Nas sombras, os Blades Skyrim eram uma rede gigantesca que se espalhava por cada canto de Tamriel, com agentes disfarçados como mercadores, artesãos, ladrões, magos e guerreiros comuns, todos operando como espiões a serviço do Império.

Esses agentes se reuniam em fortalezas secretas pelo continente, entre elas:

  • Templo de Governante das Nuvens, em Cyrodiil — o mais famoso, onde as espadas dos Blades Skyrim caídos ficavam expostas em homenagem.
  • Wind Scour Temple, enterrado sob o vasto deserto de Alik’r, em Hammerfell.
  • Templo do Refúgio Celestial, encravado nas montanhas de Skyrim.
  • Storm Talon Temple, situado a leste de Wayrest.

A estrutura de comando era deliberadamente restrita. Um Grande Mestre vivia anonimamente entre o povo, desconhecido até por muitos membros. Apenas duas pessoas conheciam a totalidade das operações: o próprio Grande Mestre e o Cronista — cuja única função era garantir que a missão da ordem nunca fosse descoberta, mas também nunca se perdesse.


O Fim de uma Era: A Queda dos Blades Skyrim

Com a morte de Uriel Septim VII e de seu filho Martin, a Terceira Era chegou ao fim. Sem um Dragonborn para proteger, os Blades Skyrim se recolheram às profundezas do Templo de Governante das Nuvens, aguardando em silêncio o retorno de um novo escolhido.

Na Quarta Era, o Império substituiu os Blades pela Penitus Oculatus como guarda oficial. Ainda assim, os Blades Skyrim continuaram agindo nas sombras — e foram dos primeiros a perceber que o Domínio Aldmeri e seus Thalmor não permaneceriam quietos em suas fronteiras por muito tempo.

Seus alertas provaram-se certeiros. A Grande Guerra entre o Império e os Thalmor quase destruiu tudo o que havia sido construído. O Imperador Titus Mede II eventualmente negociou a paz, mas a um custo que muitos ainda carregam — inclusive, como o autor registra em nota pessoal, sua própria família.

Os Thalmor não eram ingênuos. Sabiam desde o início que os Blades representavam um perigo real. E então os caçaram sem trégua — em seus templos, em seus esconderijos, enquanto dormiam. Alguns lutaram. Alguns fugiram. Alguns se esconderam.

Os Thalmor encontraram a todos.


Ainda Existem? O Legado dos Blades Skyrim

Há quem diga que alguns Blades ainda caminham entre nós — escondidos dos Thalmor, invisíveis como sempre foram. Esperando, como fizeram em cada era, pelo retorno de um Dragonborn. Por alguém a quem proteger. Por alguém que os guie de volta à luz.

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Fala Pessoal, sou Analista de Sistemas e atualmente trabalho com CRM, desenvolvendo e ajustando soluções usando HTML, CSS e SQL. No tempo livre, sou apaixonado por MMORPGs — gosto de explorar mundos gigantes, evoluir personagens e entender o que faz um jogo prender de verdade. Também sou pai de três filhos e tenho uma esposa maravilhosa ao meu lado, que me dá força e inspiração todos os dias. Aqui no blog, compartilho conteúdos sobre tecnologia, jogos e curiosidades que fazem parte do meu dia a dia. E, entre uma query e outra, sigo com um objetivo pessoal: um dia criar meu próprio RPG.

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